A estadia sua em meu coração
Durou tanto quanto um instante
E o que parecia uma escorra
Tornou-se apenas isopor
O que queremos afinal?
O que queremos afinal?
Eu sei o porque dessa dor
O que queremos afinal?
Que seja o último tempo
Os olhos enxerguem a luz
Num amor velho e remendado
Que chegue logo o amanhã
O que seremos no final?
O que seremos no final?
Pode vir aqui meu amor
O que seremos no final?
É um dia que passa assim
E noite que não tem fim
Nada a ver e nada igual
Eu sempre mudo o final.
DINHO BRITO
Sou daqui, sou dali, eu não sou, sou de lugar nenhum. Vivendo em tribos, bandos; nômade da penumbra, senhor do canavial, capataz do derivado, escravo das circunstâncias. Estranheza por opção, loucura por natureza; com decibéis nas veias e diante da adversidade, um estado de espírito em meio ao chiqueiro. A lama está na cintura, o desespero entorno mas a mente não naufraga num mar de hipócritas de fim de ano...
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sexta-feira, 19 de junho de 2009
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