A integridade de um efeito dominó
Dá-se baseada na ignorância de um ser humano;
Se deixa envolver pela capacidade despersa
Onde, olhos enganam toda a massa cefálica,
Resultando em paralisia constante de pensamentos;
Falta de cultura é contagiosa,
Diante a uma formação por entre ratos;
Existe uma necessidade incessante de bem estar
Mesmo que, corpos mantenham-se em um estado de inércia;
Absorver pelo poros o que a existência tem a oferecer,
Algo à se admirar por pensantes pensadores;
Esperar o aprendizado pleno em meio a tantas incertezas
É a esperança de um ser que usa 30% de sua capacidade instintiva;
Não sou daqui, nunca fui; de onde eu venho, não há esperança,
Amor é comprado, solidez é transparente
E a vida é a certeza de morrer-se em meio ao vão;
Dê o primeiro tiro quem nunca foi desumano,
Me acusem de algo que ninguém nunca tenha feito,
Pois o meu vazio ecoa por entre povos prestativos,
Minha opacidade é reluzente para quem não tapa a visão;
Infestando o meu mundo estacionado num cubículo 4x4,
E nele me perco, e nele me encontro;
Minhas idéias, meus dizeres, mesclam-se com a fumaça;
O odor que paira sobre os panos é absorvido pela epiderme,
Passa pela corrente sanguínea e chega à ponta dos dedos,
Que auxiliados por um tinteiro,
Transformam idiotices como esta, em linhas num pedaço de papel.
DINHO BRITO
Sou daqui, sou dali, eu não sou, sou de lugar nenhum. Vivendo em tribos, bandos; nômade da penumbra, senhor do canavial, capataz do derivado, escravo das circunstâncias. Estranheza por opção, loucura por natureza; com decibéis nas veias e diante da adversidade, um estado de espírito em meio ao chiqueiro. A lama está na cintura, o desespero entorno mas a mente não naufraga num mar de hipócritas de fim de ano...
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
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