Eu sou um homem
Sem pretensões
Que encara a vida de frente
E sem querer ser super herói
Que voa com serenidade nas asas do meu destino próprio
Eu sou homem especial e comum
Que nunca simulou afeição,
Nem trapaceio com os sentimentos de niguém
Que sei conduzir pessoas com doçura
Que sei orientar pessoas com inteligência
Que aceito com humildade os desígnios
De outras pessoas
Eu sou alto - da altura de minha dignidade
E belo - como a beleza de meu caráter
Minha âmbição tem a medida exata,
Do alcance dos meus dedos e de meus sonhos
Sou eu Deus menino
Que ponho festa nos corações
Ateio fogo nos corpos e
Afogo-me em braços
E salvo por fim do aniquilamento
Resgatando as vidas
Com tributo de um amor total...
Não sou perfeito mas,
Faço tudo pra me encaixar em parâmetros...
Sou um louco
Querendo ser simples
Querendo ser comum...
(Autor desconhecido, com algumas modificações minhas...)
Sou daqui, sou dali, eu não sou, sou de lugar nenhum. Vivendo em tribos, bandos; nômade da penumbra, senhor do canavial, capataz do derivado, escravo das circunstâncias. Estranheza por opção, loucura por natureza; com decibéis nas veias e diante da adversidade, um estado de espírito em meio ao chiqueiro. A lama está na cintura, o desespero entorno mas a mente não naufraga num mar de hipócritas de fim de ano...
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terça-feira, 4 de agosto de 2009
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